terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

VII Encontro Nacional ABEC



Com o objetivo de reunir pesquisadores da área e promover a divulgação dos estudos cemiteriais no Brasil, a Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais anuncia a realização de seu sétimo encontro nacional. Com o tema “Cemitérios como patrimônio: conceitos, métodos e abordagens”, o evento será sediado na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 20 e 23 de julho de 2015.

O evento também vai contar com a realização de duas palestras de abertura, “Perspectivas sobre os estudos cemiteriais” pelo professor doutor Renato Cymbalista (USP) e “Políticas de Patrimônio no Brasil: historicidade dos valores e da natureza dos bens cemiteriais” pela professora doutora Márcia Chuva (UNIRIO). Além da programação de apresentação de trabalhos, haverá uma visita guiada ao Cemitério São João Batista, no dia 23.


As inscrições de trabalhos devem ser realizadas até o dia 24 de abril de 2015. 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Exposição Conservação Monumento Funerário Poeta Lobo da Costa - Cemitério da Santa Casa de Pelotas


Em diversas necrópoles do mundo, realizar o procedimento de higienização de um monumento funerário certamente não representa um ato inédito. Ainda mais se estas são providas de uma equipe de técnicos conservadores restauradores. Já nas mãos do povo, limpar os túmulos para o dia de finados era parte da rotina de nossos antepassados, afazer que ainda hoje permanece.

Visitar os entes queridos, lavar ou pintar a campa desgastada pela chuva e arranhada da areia que o vento carrega. Trocar as flores esmaecidas ou murchas. Esses gestos faziam (e ainda fazem) parte de um costume da lembrança, da recordação e do avivamento da memória.

Na cidade de Pelotas – RS, o antigo cemitério da Santa Casa já estava pra lá de esquecido quando para os alunos do Curso de Bacharelado em Conservação e Restauro da Universidade Federal de Pelotas, se mostrou um dos campos mais prósperos para o exercício do reconhecimento das pedras e de suas patologias. 

Durante a disciplina de Introdução à Conservação de Materiais Pétreos, o cemitério se tornou um verdadeiro laboratório, onde foi possível conhecer as fragilidades dos mármores e granitos ao longo dos anos. Nos monumentos funerários encontramos a possibilidade de realizar diagnósticos e de pôr em prática a aplicação de produtos químicos durante a limpeza do túmulo do poeta Lobo da Costa.

Foram semanas onde ingressamos na cidade dos mortos para levar até lá nossa experiência profissional e de vida enquanto futuros conservadores e restauradores. Dentre inúmeros mausoléus, catacumbas, esculturas, carneiras e ossários, lar dos restos mortais de tanta gente ilustre que fez a história de Pelotas, nosso escolhido foi o de Lobo da Costa. Um monumento de porte mediano, todo em mármore branco, adornado com inscrições em relevo.

A nobre homenagem popular que este jazigo representa se fez para nós uma honra, quando realizamos a atividade de sua conservação. Uma investida pioneira em cemitérios da Zona Sul do Estado. Foi a primeira vez que um jazigo do Cemitério de Pelotas sofreu um procedimento de higienização acompanhado de equipe técnica e instrumentalizada para tal. E esta atividade deverá se desdobrar ainda em intervenções de restauro da respectiva unidade tumular.

Para nossa surpresa, eis que o célebre Lobo da Costa é o homenageado da 41ª Feira do Livro de Pelotas, trazendo ao nosso trabalho a grata satisfação de ter cumprido além de nosso propósito como alunos e professores, uma grata homenagem ao falecido e seu monumento.

Inicialmente, realizamos um diagnóstico, ao preenchermos uma ficha que descreve as patologias encontradas no monumento. Capturamos diversas fotografias e medimos o jazigo. Passamos para a limpeza mecânica e a seguir realizamos testes de aplicação de produtos, acompanhada da limpeza química, seguida de impermeabilização. Estes procedimentos devem garantir uma melhor apresentação da obra e sua conservação.

A oportunidade de realizar este trabalho propiciou para o curso de Conservação e Restauro uma nova possibilidade de interação com acervos. Já habituados com a conservação de pinturas e de artefatos em papel, partimos agora rumo aos materiais pétreos e ainda mais, aos conjuntos de arte funerária. Esta atividade faz parte do projeto de pesquisa da Universidade Federal de Pelotas intitulado Marmorabilia – Inventário dos Cemitérios do Rio Grande do Sul. Nossos objetivos são inventariar, conhecer, divulgar e preservar a arte cemiterial nas cidades de Porto Alegre e Pelotas.

Esperamos dar continuidade aos nossos trabalhos e desenvolver ainda muitas outras estratégias de conservação do patrimônio cemiterial. A arte funerária constitui um segmento próspero, repleto de obras executadas pelos nossos marmoristas e escultores renomados, tais como Antônio Caringi e as marmorarias de Giusti, Barsantti, Sobrinho (Pelotas) e a Casa Aloys, e a Marmoraria Lonardi (Porto Alegre). 

Talvez o resultado deste trabalho possa sensibilizar nossa comunidade na tarefa de conhecer e zelar por este patrimônio que lhes pertence, para definitivamente elevá-lo a categoria de museu e incluí-lo na rota cultural turística do Município de Pelotas. O cemitério está a nossa espera, não para o descanso eterno - mas ao contrário - para muito trabalho e conhecimento que o atual momento requisita ao nos engajarmos em seu resgate.
Agradecemos sinceramente à Administração do Cemitério da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas por nos permitir realizar tão gratificante tarefa, ao nos receber com alegria, atenção e carinho.


Luiza Fabiana Neitzke de Carvalho
- Professora do Curso de Bacharelado em Conservação e Restauro da Universidade Federal de Pelotas e responsável pela Disciplina de Introdução à Conservação de Materiais Pétreos.
- Coordenadora do Projeto de Pesquisa Marmorabilia – Inventário dos Cemitérios do Rio Grande do Sul.
- Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
- Membro fundador da ABEC – Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais

quinta-feira, 4 de julho de 2013

III Circular VI Evento ABEC


VI Encontro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais

De 8 a 12 de julho de 2013
Auditório da Escola de Design – Universidade do Estado de Minas Gerais
Avenida Antonio Carlos, 7545 – São Luis - Belo Horizonte/MG

III Circular

Prezados pesquisadores, estamos na reta final para a realização do VI Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais. Com essa circular, gostaríamos de repassar alguns detalhes sobre a programação do evento, assim como informações sobre transporte, alimentação e inscrição de ouvintes para o evento.

Foi com muita alegria que recebemos propostas de comunicação de diversas partes do país, incluindo os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Ceará, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Bahia.

Teremos quatro dias e meio repletos de muitas comunicações e palestras. Gostaríamos de destacar as palestras que serão ministradas na abertura do evento pelas professoras Doutoras Adalgisa Arantes Campos cujo tema será “O espaço mortuário em Ouro Preto na primeira metade do setecentos” e Beatriz Kushnir com “Aqui jaz! As polacas e seus espaços de manutenção da identidade”. Os detalhes podem ser visualizados na programação que segue em anexo.

1. Transporte

Aeroportos
O Aeroporto Internacional de Confins/ Tancredo Neves, está localizado à aproximadamente 40 km de Belo Horizonte.
O Aeroporto da Pampulha está a 10 km do centro de Belo Horizonte.

Ônibus Executivo
Um meio de transporte mais acessível aos participantes que forem desembarcar no Aeroporto de Confins é a utilização do Ônibus Executivo operado pela empresa UNIR,  que faz a conexão ininterrupta entre os aeroportos com itinerário que abrange vários pontos da cidade. É possível consultar a tabela de horários dos ônibus no site http://www.conexaoaeroporto.com.br A compra da passagem é feita no saguão do aeroporto. Em função de não existir um ponto próximo ao local do evento, sugerimos o desembarque no Terminal Alves Cabral e o término do trajeto de taxi.
Taxi
Seguem algumas sugestões de empresas de taxi da cidade

2. Refeições
Existem opções de restaurantes no entorno da Escola de Design que poderão ser indicados no transcorrer do evento. Será servido coffee break no período da manhã e da tarde.

3. Inscrições para ouvintes
Não associado ABEC como ouvinte – R$ 100,00
Ouvinte aluno de graduação – R$ 50,00

Os pagamentos das inscrições deverão ser efetuados através de depósito na conta poupança da ABEC, em nome de Clarissa Grassi, Banco Caixa Econômica Federal, Agência 0374, Operação 13, Conta 80448-3. Após a realização do depósito, o comprovante de depósito deverá ser encaminhado para o email estudos.cemiteriais@gmail.com . Aqueles que desejarem poderão fazer a inscrição também durante o evento. Será fornecido certificado e material de apoio, incluindo o cd com os anais.

4. Hotéis
Algumas opções de hotéis próximos ao local do evento

Single Flat Pousada da Pampulha - http://www.singleflat.com.br
Pousada Sossego da Pampulha - http://sossegodapampulha.com.br
Pampulha Flat - http://www.pampulhaflat.com
Campus Liberdade Flat - http://www.campusliberdade.com.br/

Hotel
Endereço
Distância
Single Flat Pousada Pampulha
Rua Maestro Francisco Flores, 17
600m
Pousada Sossego da Pampulha
Av. Cel. José Dias Bicalho, 1258
1,2 km
Hotel Porto Vale
Rua Henrique Cabral, 430
600 m
Pampulha Flat
Alameda das Latânias, 1207
290 m
Campus Liberdade
Rua Boa Ventura, 1003
1,1 km

5. Visita Guiada ao Cemitério Senhor do Bonfim
Os participantes inscritos poderão realizar a visita guiada pela Profa. Marcelina de Almeida ao Cemitério Senhor do Bonfim, na sexta-feira, às 14h. O ônibus sairá da frente da Escola de Design. Aos interessados em participar do passeio, pedimos a gentileza de confirmarem sua participação via email estudos.cemiteriais@gmail.com  Orientamos os participantes a usarem roupas leves e levarem água e protetor solar para o passeio.

6. Informações Turísticas
Para saber mais informações sobre o estado de Minas Gerais e a cidade de Belo Horizonte, acessem
Desejamos a todos um excelente evento!
Comissão Científica
Clarissa Grassi
Claudia Rodrigues
Elisiana Trilha Castro
Marcelina Almeida
Maristela Carneiro
Fabio William

Comissão Organizadora
Clarissa Grassi
Elisiana Trilha Castro
Ilza Lima
Marcelina Almeida
Samuel Vaz

Realização
Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais
Universidade do Estado de Minas Gerais
Escola de Design UEMG

Apoio
Cadastro Nacional de Falecidos

Trapy Zomba Brindes

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Conheça a programação do VI Encontro ABEC

Conheça a programação do Vi Encontro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais. São atividades como comunicações, palestras e a visita guiada ao Cemitério Senhor do Bonfim, que serão realizadas em cinco dias de evento, entre 8 e 12 de julho. As inscrições de comunicações já foram encerradas, mas é possível fazer a inscrição como ouvinte. Os participantes na modalidade ouvinte receberão certificado e material de apoio.

Inscrições:
Associado ABEC em dia com anuidade como ouvinte  – R$ 100,00
Não associado ABEC como ouvinte – R$ 100,00

Ouvinte aluno de graduação – R$ 50,00

Os pagamentos das inscrições deverão ser efetuados através de depósito na conta poupança da ABEC, em nome de Clarissa Grassi, Banco Caixa Econômica Federal, Agência 0374, Operação 13, Conta 80448-3. Após a realização do depósito, o comprovante de depósito deverá ser encaminhado para o email estudos.cemiteriais@gmail.com

Programação VI Encontro Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais
Auditório da Escola de Design
Universidade do Estado de Minas Gerais


DIA 8 – SEGUNDA-FEIRA
8h00 às 9h00
Credenciamento
9h00 às 9h30
Solenidade de Abertura
9h30 às 10h30
Palestra inaugural  
“O espaço mortuário em Ouro Preto na primeira metade do Oitocentos"
Professora Doutora Adalgisa Arantes Campos da Universidade Federal de Minas Gerais
10h30 às 11h30
Palestra inaugural
“Aqui jaz! As polacas e seus espaços de manutenção da identidade”
Professora Doutora Beatriz Kushnir, diretora do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro
11h30 às 12h00      
Debate
12h00 às 14h00
Intervalo para o almoço
14h00 às 18h00
GT PATRIMÔNIO
14h00 às 14h30      
Apresentação e Metodologia do Inventário dos Cemitérios São José I e II em Porto Alegre
Fabiana Neitzke de Carvalho

14h30 às 15h00      
Diagnóstico do estado de conservação de dois túmulos do século XIX, Cemitério
Campo Santo, Salvador/Bahia
Cibele Mattos Mendes
15h00 às 15h30      
Cemitério e Patrimônio no entrelaçar de memórias (Campos dos Goytacazes –
segunda metade do século XIX)
Maria da Conceição Vilela Franco
15h30 às 16h00      
Debate
16h00 às 16h30      
Coffee Break
16h30 às 17h00      
Moritvri Mortvis - os construtores de túmulos do Bonfim, o documentário
Marcelina das Graças Almeida, Maurício Silva Gino
17h00 às 17h30
Marcas de um passado no presente: a história da maniçoba nos cemitérios do Piauí
Domingos Alves de Carvalho Júnior
17h30 às 18h00
Cemitério São João Batista de Guarulhos/SP: a morte anunciada
Gláucia Garcia de Carvalho
18h00 às 18h30      
Debate
18h30 às 19h30      
Assembleia Geral Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais
DIA 9 – TERÇA-FEIRA
8h30 às 17h00
GT MEMÓRIA
8h30 às 9h00
Signos em túmulos militares nos cemitérios de São João Batista e São Francisco Xavier (RJ)
Alberto Gawryszewski
9h00 às 9h30
Morte e Guerra: o mausoléu dos mortos do Brasil na Primeira Guerra Mundial no Cemitério São João Batista (1928)
Adriane Piovezan, Clarissa Grassi
9h30 às 10h00
Cemitérios e memórias socioemocionais: a vivência dos sepultadores do extremo sul da Bahia
Davi Kiermes Tavares, Wellington Duarte Pinheiro
10h00 às 10h30      
Debate/Café
10h30 às 11h00
Ferreirinha: uma morte, uma lenda e muitas versões
Pedro Queiroz Leite, Paulo Renato Tot Pinto
11h00 às 11h30
"Uma superstição pr'a lembrança": produções e visibilidade da morte em cruzes de estradas do sertão de Pernambuco
Vanessa Souza Eletherio de Oliveira, Rosineide de Lourdes Meira Cordeiro
11h30 às 12h00      
Debate
12h00 às 14h00      
Intervalo para o almoço
14h00 às 14h30      
No caminho das cinzas: um olhar sobre o Crematório Municipal de São Paulo
Aline Silva Santos
14h30 às 15h00
Na cruz, uma flor! Imaginários e discursos acerca da demolição do cemitério do Bonfim de Bocaiuva-MG
Renata Mirian Alves, Juliano Gonçalves de Aquino
15h00 às 15h30
Memórias sobre a morte: a fundação da marmoraria Haas em Blumenau (Santa Catarina)
Elisiana Trilha Castro
15h30 às 16h00
Fotografia, narrativa e pesquisa no Cemitério São Miguel da cidade de Goiás, Brasil
Samuel Campos Vaz
16h00 às 16h30      
Debate
16h30 às 17h00      
Coffee Break
17h00 às 18h30
GT ARTE TUMULAR
17h00 às 17h30
Imagem simbólica, imagem narrativa: uma reavaliação da arte das catacumbas cristãs do século III
Claudio Monteiro Duarte
17h30 às 18h00      
Releituras do Egito Antigo na arte tumular
Marco Aurélio Neves Junior
18h00 às 18h30
Debate
DIA 10 – QUARTA-FEIRA
8h30 às 16h00
GT ARTE TUMULAR
8h30 às 9h00
Simbologia da arte clássica no cemitério de Campo Grande
Fabio William de Souza
9h00 às 9h30
O ciclo do Trionfo della Morte no camposanto de Pisa: datação, iconografia e memória
Tamara Quírico
9h30 às 10h00
O amor que ousa dizer seu nome: olhares e práticas frente aos mausoléus de Oscar Wilde e Victor Noir (Cemitério do Père-Lachaise - Paris)
Henrique Sérgio de Araújo Batista
10h00 às 10h30      
Debate/Café
10h30 às 11h00
A arte cemiterial como fator de distinção e eternização do status social no Cemitério São Francisco de Paula
Sara Jane dos Santos
11h00 às 11h30
Arte até na hora da morte no Cemitério Municipal São José (Parangaba). Fortaleza/CE
Paulo Lima de Brito
11h30 às 12h00
Debate
12h00 às 14h00      
Intervalo para o almoço
14h00 às 14h30
Morte, cultura e arte: Cemitério da Igualdade
Elane da Costa Oliveira
14h30 às 15h00      
A arte tumular dos cemitérios de São Paulo: as capelas do Cemitério do Brás
Viviane Comunale
15h00 às 15h30
A presença da nudez masculina da arte funerária paulista: entre virilidade e sensibilidade
Maristela Carneiro
15h30 às 16h00
Debate
16h00 às 16h30      
Coffee Break
16h30 às 18h30
GT MORTE E MORRER
16h30 às 17h00
A morte é um negócio: as ofertas das associações religiosas frente à morte e o morrer no setecentos mineiro
Leonardo Augusto dos Santos
17h00 às 17h30
A Gestão da Morte no Recôncavo da Guanabara/RJ, entre 1700 e 1809
Victor Cabral Braga
17h30 às 18h00      
O morrer na cidade de Teresina: entre ritos e preparação para a morte
Elene da Costa Oliveira
18h00 às 18h30      
Debate
DIA 11 – QUINTAFEIRA
9h00 às 12h00
GT MORTE E MORRER
8h30 às 9h00
Notas sobre hierarquias sociais em torno dos ritos e dos lugares da morte no Rio de Janeiro escravista
Milra Nascimento Bravo
9h00 às 9h30
Sepulturas, estrangeiros e alteridade no Brasil do século XIX a partir dos relatos de Robert Walsh
Claudia Rodrigues, Gabriel Cavalcante Cordeiro
9h30 às 10h00
A Morte e o morrer aproximações: Luteranismo e o caso da região de Nova Friburgo (1824 a 1857)
Ronald Lopes de Oliveira
10h00 às 10h30
Debate/Café
10h30 às 11h00
A vitória da morte sobre as individualidades: uma percepção na poesia romântica
Alessandra Navarro Fernandes, Alamir Aquino Corrêa
11h00 às 11h30
"Documentos da Morte": práticas judiciárias e regulamentação da morte em contextos rurais
Rebeca Ramany Santos Nascimento, Diogivânia Maria da Silva
11h30 às 12h00      
Debate
12h00 às 14h00
Intervalo para o almoço
14h00 às 18h30
GT CULTOS E RELIGIÕES
14h00 às 14h30
Religiosidade e festa no Cemitério do Peixe: uma análise etnográfica do jubileu de São Miguel e Almas
Thiago Rodrigues Tavares,  Marina Barbosa Nogueira Silva
14h30 às 15h00
Orações da Boa Morte pelas benditas almas do purgatório: os rituais católicos de morte na cidade de Florianópolis (SC) na contemporaneidade
Julia Massucheti Tomasi
15h00 às 15h30
Morrer em Belém no fim do século XIX: o caso das pomposas exéquias do Maestro Carlos Gomes
Paula Andréa Caluff Rodrigues, Rosa Maria Lourenço Arraes
15h30 às 16h00
Debate
16h00 às 16h30
Sementes de Cristandade: mártires jesuítas e a conversão do território da América, século XVI a XVIII
Renato Cymbalista
16h30 às 17h00      
O cemitério como testemunho da memória hispânica
Elaine Maria Tonini Bastianello
17h30 às 18h00      
O cemitério e seus artefatos como sustentáculo cultural
Alcineia Rodrigues dos Santos
18h00 às 18h30
Debate
DIA 12 – SEXTA-FEIRA
8h30 às 9h30
"Informatização e gerência das informações cemiteriais"
André Luís Oliveira Cavaleiro de Macêdo
9h30 às 10h30
"CNF: uma ferramenta de pesquisa sobre informações funerárias"
Maurício Costa da Silva  
10h30 às 11h30
"Museu Funerário Mathias Haas: organização e implementação"
Elisiana Trilha Castro
11h30 às 12h00
Debate e encerramento
12h00 às 14h00
Intervalo para o almoço
14h00 às 18h00
Visita guiada ao Cemitério Senhor do Bonfim

terça-feira, 19 de março de 2013

Atenção, saiu a segunda circular para o VI Encontro Nacional da ABEC



VI Encontro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais

De 8 a 12 de julho de 2013
Auditório da Escola de Design – Universidade do Estado de Minas Gerais
Avenida Antonio Carlos, 7545 – São Luis - Belo Horizonte/MG

II Circular

Essa segunda circular tem como objetivo apresentar mais detalhes sobre o processo de inscrição e submissão de artigos e participação no VI Encontro da ABEC. Conforme elencado na circular anterior, nessa sexta edição do evento, os artigos serão trabalhados através de eixos temáticos assim expostos:

1. Eixos Temáticos para submissão de artigos:

Patrimônio
A preservação do patrimônio funerário nacional caminha a passos lentos. A proposta deste eixo temático é debater e trocar experiências e ações concretas sobre o destino e a salvaguarda dos elementos que compõem o acervo mortuário em nosso país e divulgar projetos que tenham como objetivo a proteção dos cemitérios em sua integridade.

Morte e morrer
Inúmeras questões envolvem o modo como lidamos com  morte e os mortos. Ao longo das últimas décadas, importantes mudanças ocorreram na relação com o corpo morto e os ritos que o cercam. A morte mudou de lugar e passou a ocupar hospitais, UTI’s, necrotérios, capelas velatórias dentre outras. Esse eixo propõe uma reflexão acerca dessas práticas e sobre as mudanças na nossa relação com a finitude. 

Arte tumular
Ricos espaços para o estudo e aprofundamento sobre a arte como fator de expressão do luto e da perda, os cemitérios são os principais espaços dessas manifestações. A arte tumular torna-se um componente da nossa relação com a morte, de modo particular, inscritos nos cemitérios extramuros. A proposta deste eixo é congregar estudos sobre as expressões dessa arte e suas possíveis significações.

Cultos e religiões
Manifestações de religiosidade cercam o modo como nos comportamos diante da morte. Diferentes formas de traduzir nossas crenças são encontradas nos espaços cemiteriais e nas cerimônias e ritos fúnebres. A proposta deste eixo é pensar sobre as formas religiosas e a diversidade de cultos em torno da morte.

Memória
Como o cemitério pode se configurar em um espaço de memória? Quais tipos de memórias podem ser construídas e abrigadas nos lugares dos mortos? Como é construída a memória a partir da edificação de um túmulo? Essas e outras questões são o foco desse eixo que busca diferentes olhares sobre o cemitério e suas proposições arquitetônicas.

A submissão dos artigos deverá obedecer a escolha de um dos eixos temáticos, dividida em primeira e segunda opção. No email de envio do artigo deverá constar no campo “assunto” o eixo ao qual a comunicação se refere. Os artigos devem ser enviados completos para a submissão. Em função de pedidos, estendemos o prazo de envio dos artigos para até o dia 15 de abril.

2. Cronograma
De 19/11/2012 até 15/04/2013 – Período para inscrições de trabalhos
De 15/04/2013 até 19/05/2013 – Período para análise dos trabalhos inscritos
De 20/05/2013 até 24/05/2013 – Envio das cartas de aceite
De 20/05/2013 até 10/06/2013 – Pagamento de inscrição para proponentes de trabalhos
De 20/05/2013 até

2. Normas para apresentação de trabalhos
Será permitido o envio de um trabalho inédito por participante, sendo aceito um máximo de dois autores por comunicação. O envio do texto completo dos artigos deverá ser feito para o email estudos.cemiteriais@gmail.com, cujo campo “assunto” deve conter o eixo ao qual a comunicação pertence. O arquivo deve ser enviado no formato Word 97 ou superior, com as seguintes especificações:

- Página A4 e margens de 2,5 cm (superior, inferior, direita e esquerda);
- Fonte Arial, tamanho 12 para corpo de texto e tamanho 10 para citações fora do corpo do texto (citação com mais de 3 linhas), notas de pé de página, resumos e palavras-chave;
- Espaço interlinear 1,5;
- Eixo – Indicar na primeira linha, centralizado, o nome do eixo temático ao qual o artigo pertence;
- Título – centralizado, em maiúsculas e em negrito;
- Na segunda linha depois do título – nome completo dos(as) autores(as), alinhado à direita e seguido do nome da instituição de filiação e e-mail;
- Incluir resumo abaixo da identificação dos autores com até 10 linhas, espaçamento simples e 3 palavras-chave com a mesma formatação;
- Máximo de 15 páginas (incluindo notas, imagens, tabelas e bibliografia);
- Será permitida a inserção de até 4 imagens;
- As referências bibliográficas deverão constar no fim do texto, com a seguinte formatação: Fonte Arial, corpo 10, espaçamento simples.

3. Inscrições e pagamento
Associado ABEC em dia com anuidade independendo ser ouvinte ou apresentar trabalho (os associados que estiverem inadimplentes deverão quitar a anuidade do ano anterior para poder inscrever trabalhos) – R$ 100,00
Não associado ABEC com apresentação de trabalho – R$ 120,00
Não associado ABEC como ouvinte – R$ 100,00
Ouvinte aluno de graduação – R$ 50,00

Os pagamentos das inscrições deverão ser efetuados através de depósito na conta poupança da ABEC, em nome de Clarissa Grassi, Banco Caixa Econômica Federal, Agência 0374, Operação 13, Conta 80448-3. Após a realização do depósito, o comprovante de depósito deverá ser encaminhado para o email estudos.cemiteriais@gmail.com

4. Hotéis
A ABEC está em negociação com os hotéis próximos ao local do evento, para obter tarifas diferenciadas durante o encontro. Seguem abaixo algumas opções de hotéis e pousadas com distância média entre 600m e 1,5 km da UEMG. Caso tenha alguma sugestão de hotel, encaminhe via e-mail.

Single Flat Pousada da Pampulha - http://www.singleflat.com.br
Pousada Sossego da Pampulha - http://sossegodapampulha.com.br
Pampulha Flat - http://www.pampulhaflat.com
Campus Liberdade Flat - http://www.campusliberdade.com.br/

Hotel
Endereço
Distância
Single
Duplo
Triplo
Single Flat Pousada Pampulha
Rua Maestro Francisco Flores, 17
600m
120,00
170,00
180,00
Pousada Sossego da Pampulha
Av. Cel. José Dias Bicalho, 1258
1,2 km
165,00
195,00
235,00
Hotel Porto Vale
Rua Henrique Cabral, 430
600 m
170,00
200,00
250,00
Pampulha Flat
Alameda das Latânias, 1207
290 m
276,00
276,00
357,00
Campus Liberdade
Rua Boa Ventura, 1003
1,1 km
189,00
211,00
240,00

Endereço e distância dos aeroportos:
Aeroporto Tancredo Neves – Confins – distância cerca de 30km
Aeroporto da Pampulha – distância cerca de 3 km

Comissão Científica
Clarissa Grassi
Claudia Rodrigues
Elisiana Trilha Castro
Marcelina Almeida
Maristela Carneiro
Fabio William

Comissão Organizadora
Clarissa Grassi
Elisiana Trilha Castro
Ilza Lima
Marcelina Almeida
Samuel Vaz

Realização
Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais
Universidade do Estado de Minas Gerais
Escola de Design UEMG

Apoio
Cadastro Nacional de Falecidos
Trapy Zomba Brindes